sábado, 30 de abril de 2011

A Carta, de Pero Vaz de Caminha.

                                                             Larissa Medeiros, Raquel Souza.
 A Carta, de Pero Vaz de Caminha é considerada a certidão de nascimento do Brasil embora, dado o  segredo com que Portugal sempre envolveu relatos sobre sua descoberta, só fosse publicada no século XIX, pelo Padre Manuel Aires de Casal em sua "Corografia Brasílica", Imprensa Régia, Rio de Janeiro1817.


 Achei um video na internet, que se chama "A moderna carta de Pero Vaz de Caminha" que fala sobre o Brasil, do carnaval e etc; e que pro sinal é bem engraçado.
http://www.youtube.com/watch?v=WFuxVG7BgII


 Achei interessante uma parte da carta que fala assim:
" a feição deles é serem pardos, da maneira avermelhada, de bons narizes, bem-feitos. Andam nus sem nenhuma cobertura"
Fiquei pensando que a primeira "população" do brasil foram os indios, então nos teriamos que ser um pouco mais parecidos com indios, mas é que a miscigenação entre os indios e portugueses e assim entre outros povos que que surgiu a grande população brasileira.

Dia da Moda em Pelotas - Arantxa von Appen



Em nove de abril, houve em Pelotas uma ascensão da moda local e de fora por meio do maior evento de moda da região o Moda Pelotas. Grifes recentemente lançadas e novas grifes, quase todas saídas diretamente do curso de Designer de Moda da Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), mostraram para todos que compareceram, suas novas coleção e conceitos. Entre elas, houve destaque para a nova marca da cidade de Pelotas, a Medley, grife que aposta no estilo hip-hop com toques de skate e modelagens inspiradas nas roupas esportivas americanas, direcionada para os homens que se interessam em dar um toque de moda nos seus guarda-roupas.

Intertextualidade - Arantxa von Appen

01 – Carta de Pero Vaz de Caminha: O que tem em comum com a letra da música Índios – Legião Urbana e o “diálogo” na carta?

• “... Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três.” = “E quando se veio ao Evangelho, que nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles se levantaram conosco, e alçaram as mãos, estando assim até se chegar ao fim; e então tornaram-se a assentar, como nós. E quando levantaram a Deus, que nos pusemos de joelhos, eles se puseram assim como nós estávamos, com as mãos levantadas, e em tal maneira sossegados que certifico a Vossa Alteza que nos fez muita devoção.”

• “Como a mais bela tribo dos mais belos índios...” = “ A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos.”

• “Nos deram espelhos...” = “Viu um deles umas contas de rosário, brancas; fez sinal que lhas dessem...”


• Exemplo da relação dos portugueses com os índios é o filme Caramuru, A Invenção do Brasil

http://www.youtube.com/watch?v=lT99uXGXCEo

Povo do Povo

Índios!Povo guerreiro, povo da terra, povo da nossa gente!
Quiseram te acabar, mas sois forte!
Somos o povo, somos a mistura...
Somos simplismente,
Quiseram nos acabar mas ainda estamos aqui!
Estamos em ti ou em qualquer lugar!
Somos a mina de ouro desse "mundo tão rico"...
E nem um muito obrigado...





Amanda Farias.

Pelotas na Passarela por: Amanda Farias

No dia 09 de abril, houve no Centro de Eventos Fenadoce, mais uma edição do Moda Pelotas Outono/Inverno.Contou com muitas marcas daqui de Pelotas, algumas recentemente surgidas, de ex- estudantes do curso de Moda da UCPEL, a maioria. Tendências e estilos rolaram soltos, pela passarela e por quem foi assistir de pertinho, os e espetáculos nos tecidos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Estudantes revelam como escolheram o que vestir no Moda Pelotas!

                                                                                               Larissa Medeiros.   


Ver imagem em tamanho grande As meninas que participaram do Seminario Moda Pelotas, nos contam suas prioridades na composição dos looks para o evento.
 Muitas usaram salto altissimo, umas usaram tênis pela manhã e salto a tarde. Meias calça e vestidos, vária estampas, entre elas oncinha, zebrinha poa, foram o destaque do desfile.



                                                                        


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Texto Sobre Índios - Aula de Literatura

Era um dia ensolarado num terra desconhecida, que futuramente iria se chamar “Brasil”. Nesta terra, havia habitantes desconhecidos, porém muito alegres e felizes com tudo o que tinham: uma terra maravilhosa e a liberdade.
Apesar de toda a tranquilidade que desfrutavam estes habitantes, num certo dia, ela se findou. Neste dia, ensolarado ou não, navegações portuguesas atracaram em uma baía, agora chamada de Porto Seguro. Ao andarem pelas terras recém-encontradas, percebem os nativos e seus costumes diferentes e inusitados, logo se encantam pelas maravilhas daquela terra, logo a chamando de paraíso... e os nativos, bom...isto veremos ao longo do texto...
Havia um homem abordo da navegação que tinha sido designado a contar todos os fatos e acontecimentos ocorridos nesta expedição, este enviaria uma carta ao rei com todos os detalhes do que vira, e, séculos mais tarde, o conheceríamos pela Carta de Pero Vaz de Caminha, que respectivamente a fez. Nesta carta, vemos uma parte do que este escreveu, contando seu ponto de vista sobre a nova terra descoberta e seus ilustres habitantes:
“Viu um deles umas contas de rosários, bancas; fez um sinal que lhas desses, e folgou muito com elas, e lançou-as ao pescoço; e depois tirou-as e meteu-as em volta do braço, e acenava para a terra e novamente para as contas e para o colar do capitão, como se dariam ouro por aquilo.” (A Carta, de Pero Vaz de Caminha, pág. 4)
Com vimos, esta foi a propaganda, digo enganosa, que veio ser feita do nosso presente país...
Em contrapartida a esta carta, vemos uma música composta por uma banda nacional em meados dos anos 80, que protesta contra o que esta carta dizia, fala sobre o que não foi dito e sim omitido: a opinião dos próprios nativos, ao serem expulsos da própria terra, de morrerem por culpa das doenças trazidas destes conquistadores europeus e ainda a violência que enfrentaram ao não cederem perante maus tratos e a escravidão... neste pequeno trecho da música, vemos um pouco sobre isto:
Quem me dera
Ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro
Que entreguei a quem
Conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora
Até o que eu não tinha”
(música Índios, Legião Urbana, 1986)

Analisando estes dois trechos, vemos duas opiniões e dois lados. Vemos a opinião de quem a muito tem, mas mesmo assim procura ter mais ainda do que possui pensado ou não nas consequências futuras. De outro lado, temos pessoas inocentes que foram vítimas de uma colonização de exploração, que sofreu por perder tudo o que tinha e por virar escravo, perder seu espaço, boa parte de sua cultura, tendo consequências que ainda duram, mesmo 511 anos depois de todo o acontecimento deste “achamento” do Brasil.

Bom, no que concluo estes pensamentos, percebo que a música conseguiu mostrar o que não havia sido dito até então pelo relato da carta, e que sempre nos lembraremos das inúmeras consequências destes atos incalculados.

Nayra Larissa